O Governo Federal anunciou que o valor do Bolsa Família permanecerá inalterado em 2025, mesmo com as previsões de aumento no salário mínimo. De acordo com o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, o benefício médio de R$ 600 é considerado suficiente para atender as necessidades básicas das famílias atendidas.
Em entrevista, Dias enfatizou que cada membro familiar recebe, em média, R$ 230, um montante que garante a compra de itens essenciais. Essa decisão é sustentada por três principais motivos: a inflação está controlada, o poder de compra do benefício atual é mantido e a prioridade do governo é ampliar o número de famílias beneficiadas no próximo ano.
O governo também sinalizou que continuará monitorando a inflação. Caso haja um aumento significativo nos preços de alimentos e outros itens essenciais, a possibilidade de reavaliação do valor do Bolsa Família será considerada.
Para ter acesso ao Bolsa Família, as famílias devem cumprir alguns critérios. A renda mensal deve ser de até R$ 218 por pessoa, e é necessário manter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado.
O programa oferece diversos tipos de apoio, incluindo o Benefício Primeira Infância (BPI), que concede R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos, e o Benefício Variável Familiar (BVF), que fornece R$ 50 para famílias com crianças de 7 a 18 anos, gestantes e nutrizes. Outros benefícios, como o Benefício de Renda de Cidadania (BRC) e o Benefício Complementar (BCO), também fazem parte da assistência social.
O foco do governo em 2025 é expandir a cobertura do Bolsa Família, garantindo eficácia na política de controle inflacionário.