O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, integrou recentemente o seleto grupo das 500 pessoas mais ricas do mundo, segundo levantamento atualizado. Sua fortuna é estimada em US$ 6,5 bilhões, o equivalente a mais de R$ 37 bilhões, resultado, em grande parte, da fusão entre sua empresa de mídia social, a Trump Media & Technology Group (TMTG), e a Digital World Acquisition Corporation.
Fusão de empresas impulsiona patrimônio de Trump
O processo de fusão, que durou 29 meses, garantiu a Trump o controle acionário da TMTG, elevando seu patrimônio pessoal em US$ 4 bilhões. A TMTG, que administra a rede social Truth Social, tem como objetivo competir com grandes players do setor, como X (antigo Twitter) e Facebook. A empresa tem apresentado resultados financeiros positivos, contribuindo para o crescimento da fortuna de seu proprietário.
Apesar do avanço de aproximadamente 15% na fortuna de Trump, equivalente a US$ 423 milhões (cerca de R$ 2,4 bilhões), as oscilações nas ações de suas empresas impactaram os ganhos de maneira expressiva. Após sua eleição, o aumento registrado foi de 5%, ilustrando a volatilidade de seu patrimônio, que inclui, além da TMTG, propriedades como hotéis, clubes de golfe e licenciamentos de imagem.
Vladimir Putin: a fortuna mais misteriosa do mundo
Enquanto Trump ascende entre os mais ricos do mundo, a suposta fortuna do presidente da Rússia, Vladimir Putin, continua a ser objeto de intensos debates. Em 2018, o CEO do Hermitage Capital Management, Bill Browder, afirmou em depoimento ao Senado dos Estados Unidos que Putin seria detentor de um patrimônio de US$ 200 bilhões, aproximadamente R$ 1 trilhão.
Se confirmada, essa cifra faria de Putin o homem mais rico do mundo. No entanto, a falta de transparência e a estrutura complexa dos ativos associados ao líder russo dificultam a verificação dessa estimativa. A alegada fortuna é vinculada a fundos de investimento e propriedades atribuídas a pessoas próximas a Putin.
Patrimônio de Putin e os desafios da transparência
Putin não figura em listas como a da revista Forbes devido à dificuldade de rastrear seus bens. Entre os ativos luxuosos associados a ele estão um megaiate avaliado em US$ 100 milhões e um palácio no Mar Negro, que teria sido construído para uso pessoal. No entanto, esses bens são frequentemente registrados em nome de terceiros, tornando sua vinculação direta ao presidente russo uma questão controversa.